Vidabrasil circula em Salvador, Espírito Santo, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo Edição Nº: 316
Data:
15/10/2002
Capa | Edições anteriores| Assine já | Fale com a redação
Página visitada: 1449921 vezes
» Índice
» Autos
Força e inteligencia
» Turismo
EUA Nova York  
Um ano depois,  
a cidade que se  
recusa a adormecer  
 

» Turisnotas
Flutuando
» Internacional
Como fica o  
mundo  
com a  
Big Four controlando as contas?  

» Saúde
Os países travam uma verdadeira guerra  
contra a obesidade. Todas as armas são válidas: até a religião

» Bahia
Curtindo a deliciosa cozinha do Villa Goumet
» Editorial
Agora é Lula?
» Triângulo
Diretor que veio “salvar” o marketing do Banestes volta para casa deixando rastro tenebroso  

» Boca Miuda
A neutralidade e o recolhimento do governador José Ignácio Ferreira durante as eleições
Triângulo

Assembléia  
A mesa diretora da Assembléia Legislativa contesta veemente os números que os pretendentes à cadeira de presidente apresentam. Segundo fonte segura, de um orçamento que totaliza R$ 89.000.000,00 (oitenta e nove milhões de reais), o executivo nos últimos dez meses deixou de repassar R$ 13.000.000,00 (treze milhões de reais), e ainda R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) de restos a pagar, o que fecha o orçamento com exatos  
R$ 18.000.000,00 (dezoito milhões de reais) a menor. Mesmo assim, a nova sede foi concluída com economia dos recursos da casa, os mesmos que serviram à montagem da TV Assembléia, do restaurante dos servidores e, finalmente, do acervo histórico que foi reconstruído. Complementando o investimento, os documentos foram digitalizados e a Assembléia está sendo totalmente informatizada.  
 
Garganta profunda  
Graças a Deus, o presidente do Banestes, João Luiz Tovar, acordou a tempo e despachou de volta para de onde nunca deveria ter saído o “excelente” homem da comunicação do Banestes, Haroldo Palmeira. Depois de deixar um rastro de... deixa pra lá, deve agora estar morrendo de rir dos capixabas que costumam deixar no ostracismo os seus talentos e trazer para cá espertalhões cheios de conversa fiada e garganta profunda.  
 
BB e o Procon  
E por falar em bom atendimento, na agência do Banco do Brasil em Jucutuquara, Vitória, a fila para depósito chega a durar 70 minutos. É caso para Procon.  
 
Rosinha  
Capa de VidaBrasil, edição nº 274, na 1ª quinzena de janeiro de 2001, a primeira-dama Rosinha Matheus já tinha toda pinta de candidata a governar o Rio de Janeiro. Por esta razão, transformou-se na principal matéria da edição. Mas uma vez, acertamos.  
 
O vitorioso  
30 minutos depois – Por volta das 16 horas do dia 30 de maio, 30 minutos após a forçada renúncia do senador ACM, além de dezenas de repórteres em frente ao seu gabinete, dentro, familiares, amigos íntimos e correligionários viram o homem forte da Bahia oscilar entre a emoção do carinho, a aspereza em algumas respostas, o sarcasmo e a ironia em outras. Estavam lá algumas centenas de admiradores. Os netos ACM Neto e Duquinho; o filho e sucessor no Senado, ACM Filho; o governador da Bahia, César Borges; o vice, Otto Alencar; o prefeito de Salvador, Antonio Imbassahy; o amigo de todas as horas, João Carlos Di Genio; o embaixador Paulo Tarso Flecha de Lima; o publicitário Fernando Barros; o secretário de Comunicação do governo da Bahia, Fernando Vita; a chefe do escritório de representação da Bahia em Brasília, Denise Zoghby; o sobrinho, deputado federal Paulo Magalhães; os deputados estaduais José Nunes Soares e Antônio Rodrigues; o capixaba José Carlos da Fonseca Filho, deputado federal; o biógrafo Fernando Moraes, que escreve a saga de ACM; o advogado Marcio Thomaz Bastos, que defendeu o senador na “Comissão de Ética” do Senado, entre outros.  
A repórter da Globo que perguntou – “O que o senhor quis dizer ao afirmar que pode voltar em algum cargo além do Senado? Pretende candidatar-se à Presidência da República?” Não, responde irônico. Vou candidatar-me à presidência da Rede Globo.  
“Como o senhor analisa o fim dessa sua era?” Não analiso nada. Não há começo, nem fim.  
Se fosse fim, vocês todos não estariam aqui ao meu redor.  
“Como será o seu retorno à Bahia, amanhã?” Lacônico – de avião (risos).  
“Como o senhor vê a opinião pública?” Existem duas opiniões: a pública e a publicada. Eu fico com a primeira.  
ACM é isso e muito mais. Quem viver, verá. Esta nota foi publicada na edição nº 284 – 1ª quinzena de junho de 2001 – coluna Triângulo, página 57. Fecha o pano.  
Dia 8 de outubro, quarta-feira, no requintado Alfredo de Roma, em Salvador. O senador eleito ACM, acompanhado do prefeito Antonio Imbassahy, do ex-ministro Rodolfo Tourinho, do secretário da Comunicação, Fernando Vita, e dos empresários Klaus Peters e Carlos Laranjeira, que aniversariava na data, sorvia generosos goles de água mineral e, deliciando-se com uma massa light da casa, comentava o resultado das eleições baianas lembrando a trajetória daqueles considerados por ele como traidores. Na verdade, a vitória da coligação ACM não foi só pelos resultados que consagraram todos os seus candidatos, de Paulo Souto (2.871.025 votos) ao sobrinho Paulo Magalhães, que obteve 191.619 votos para a Câmara dos Deputados, passando por ele próprio com 2.995.559 votos, César Borges, também eleito senador com 2.731.596, até chegar em ACM Neto que obteve consagradora vitória com 400.275 votos, o deputado federal mais votado da Bahia. De fato, o que consolidou a vitória de ACM foi a derrota dos seus inimigos, entre os quais o senador nomeia José Lourenço, Leur Lomando, Roland Lavigne e ainda os estaduais Edmon Lucas, Raimundo Nonato e José Clemente, entre outros. Reforça ainda a vitória do grupo ACM, os minguados votos recebidos por tradicionais adversários como o ex-governador Nilo Coelho, que perdeu a eleição para deputado federal, e a inexpressiva votação de Prisco Viana, o candidato de Gedel Vieira Lima (PMDB) ao governo da Bahia, que obteve apenas 4,2 % dos votos válidos para governador.  
É como esta coluna previu em 30/05/2001. Quem está vivo, viu!  
 
Paulo, um vencedor  
Não se fabricam mitos, ou até o fazem, mas esses são efêmeros, transitórios.  
Revelam-se mitos. Paulo Octávio, por exemplo, é um mito. Jovem, vencedor. Um sucesso, claro. Todo mundo vê.  
Lula tem Duda, Serra tem Nizan. Roseana o tinha – pena tê-lo perdido!  
Paulo tem Cláudia. Sem traumas. Sem invenções. Sem reinvenções.  
Cláudia consegue simplesmente interpretar e traduzir o tímido Paulo e seus empolgantes investimentos, mostrando algo palpável, visível, alcançáveis pelo povo simples. Por todos.  
Parabéns, Cláudia, por traduzir Paulo para o povo que ainda o aplaudirá como governador de Brasília, tendo como primeira-dama, Ana Christina, neta de D. Sarah e JK. Esta nota foi publicada na edição nº 310, em 29 de junho. Paulo acaba de ser eleito senador com 547.969 votos. Está no caminho!  

  
Rosinha

ACM

Paulo, um vencedor

Copyright © 2001, Vida Brasil. - Todos os direitos reservados.