Vidabrasil circula em Salvador, Espírito Santo, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo Edição Nº: 331
Data:
15/8/2003
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» Índice
» Auots
Conheça o Saab 9-3 Convertible, e sinta o prazer de dirigir com os cabelos ao vento a máquina escandinava
» Sexo
Viver sem sexo pode transformar-se num verdadeiro inferno, quando a abstinência sexual não é voluntária
» Turismo
A pitoresca cidade belga Durbuy é uma boa opção para quem quer fugir dos destinos europeus mais comuns
» Momento especial
Momento também muito especial para o empresário Wildson Pina
» Dossiê
Onde está o Jack?
» Fato
Martin Whittome, da Johnnie Walker, derruba mitos e ensina a beber uísque com classe e simplicidade
» Atualidade
Leis para rir  

» Boca Miuda
Plano de Segurança
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MAIORIDADE
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Concorde a Venda
Editorial

Era uma vez um jovem e simples governador do Espírito Santo, de nome Gerson Camata e sua primeira dama, Rita, a mais jovem e bela do Brasil. Eles moravam na rua Eugênio Neto em frente ao memorável Café 366, uma casa que marcou época em Vitória. Ao som do piano do Internacional Athie Bell, bebia-se os melhores vinhos em taças de cristal, comia-se Boeuf Bourguinhon entre performances do multimídia Mílson Henriques, hoje nosso chargista e dos saudosos Maria Nilce, Antônio Alaerte e vários outros intelectuais, em moda naquele tempo.  
Políticos e empresários formavam um capítulo à parte. Como o governador Camata optara por residir no seu próprio apartamento em frente ao 366, os seus finais de expediente passaram a ser ali. E ali, todas as noites, aglomeravam-se políticos empresários e os tradicionais bajuladores que queriam um dedo de prosa e ou de interesses com o simpático governador contador de "causos", filador de cigarros e apaixonado por uma boa prosa regada a cerveja gelada. Naqueles momentos, Camata transformava-se no modesto Gerson. O 366, era sua válvula de escape. Bons tempos!  
O 366 foi o berço de Vida Brasil que nasceu na figura do house organ Vida Noite, um quinzenário que falava sobre o que ocorria na noite capixaba, especialmente no Café freqüentado por tribos tão distintas. A freqüência de políticos suscitou a criação de uma coluna com o tema. Fecha o pano.  
Gerson candidata-se ao Senado e passa o governo ao vice, o saudoso e eficiente José Moraes. O Café 366 encerra sua atividade, Camata é eleito Senador e José Moraes faz o seu sucessor, Max Mauro. Os leitores cobram a continuidade de Vida Noite que sofre sua primeira metamorfose e transforma-se em Vida Vitória com um editorial mais abrangente e bastante voltado para política, negócios e turismo.  
Vida Vitória movimenta o Estado, comete furos de reportagem leva ao Espírito Santo personalidades do porte do Presidente da Câmara dos Deputados Luiz Eduardo Magalhães e de seu pai, o Presidente do Congresso Nacional, Antônio Carlos Magalhães. Vão também à Vitória em eventos produzidos pela revista, o presidente da Vasp, Wagner Canhedo, o da Varig , Fernando Pinto, o da Tam, Rolim Amaro, o da Rio Sul/Nordeste, Percy Rodrigues e finalmente o da Transbrasil, Paulo Henrique Coco, e ainda personalidades como os Senadores Pedro Piva e Sérgio Machado, Ministros como Pimenta da Veiga e o Presidente do Supremo Tribunal Federal Carlos Mário Velloso.  
O editorial acompanhou o nascimento, crescimento e a morte de muitos políticos. Foi o primeiro veículo a entrevistar um jovem e promissor engenheiro então secretário do Planejamento do Governo, Albuino Azeredo, Luiz Paulo Velloso Lucas, hoje prefeito de Vitória já no seu segundo mandato. Pelas páginas e pelos corredores da revista, passou muitas vezes o jovem prefeito Paulo Harturg Gomes, hoje governador do Espírito Santo.  
Passaram-se então 18 anos, Vida Vitória expandiu-se pelo Brasil afora, transformou-se em Vida Brasil e hoje divide o seu editorial entre Salvador, Vitória, Belo Horizonte, Brasília, Rio e São Paulo. Transitando entre flores e espinhos, chegamos enfim à maioridade, graças principalmente aos anunciantes que estão nas páginas desta edição, muitos deles, há exatos 18 anos. Obrigado!  
Celso Mathias  



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